quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Acreditar.


As lagrimas escorrem livremente... Sem rodeios, ao passar dos dias bastam pequenas coisas no dia a dia prara o coração doer. É que a cotação de lembranças, expectativas e dores estão altas demais e tudo esta para transbordar. 

O racionamento de água não tem sido feita nos olhos, eles esmorecem com pouco, com muito e com nada. E nada, sempre é muito quando se precisa de algo, sempre pensou assim.


É na corrida dos prazos, que na vida a sua cadeia de pensamentos de um futuro feliz se degrada. É em abraços não dados que se pode perde a alegria, é na falta de cuidado com as palavras, com o tom que se perde as noites em choros tao silenciosos... 

E que noites, os poemas em forma de lágrimas desenham a face, frases ditas que jamais serão esquecidas, e nada volta. Só o tempo muda e dizem que cura.

Ainda não curou, e a duração da expetativa de que haja menos turbulências é constante, porque nada é tão LINEAR quando a vontade de ser feliz e acreditar que a dor passa, as coisas mudam assim como estações, e o coração cura.

Pensa e repete pra cada lágrima que desce: acredita. 


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