domingo, 28 de outubro de 2012

Acordar.






Na maioria das vezes o sentido não está na palavra proferida, ou no dito pelo não dito, mas o significado do ato, provoca em cada um.
Em um, o significado do terno momento a orla das ondas, seria magico com mais silêncio e gritos do olhar.
Em dois, o significado de piscar o olho para alguém e se perder nos olhos do outro, não existiriam.
Em três muito mais, do que apetecer algo, é o porque de faze-lo, da necessidade expressa.
Em quatro, no quarto não haveriam apenas caricias, idas e vindas das mãos, mas a caricia  e o abraço no coração, o toque na alma.
Em cinco, o despertador aos sons de chaves e buzinas, tocaria, acordando do constrangimento vivido, de palavras trocadas, a falta de significado a entrega delas, o não falar, o não sentir.

Fechei os olhos, e acordei.

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