domingo, 2 de outubro de 2011

Do teu caminho.




O que te impede de andar? são teus pés cansados deste caminho? mas ainda há tanto pela frente, por que recuar, porque anestesiar se até parar, com esses medos, esses porques te empurrando minuto a minuto te fazendo sempre olhar pra trás e lá ficar?

O que te impede? é teu medo, de perder o passado que já se perdeu, ou esse constante medo de nunca poder mudar, ou vive-lo semelhantemente, na mesma frequência na mesma ternura e eternidade que teus pensamentos e teorias propõem? Menina, vive, pula, corre, brinca. De novo, de ser feliz, vai como quem dança pela vida esperando uma surpresa, vive, o amanha, o depois e depois, não volta pra ver o que ficou com os obstáculos, leva o que de forte ficou pra continuar, te grito: Deixa o tempo, vive e não o pressiona o que é teu é teu, se volta, se fica, se vem? são demasiadas perguntas para o hoje.

Anda, percorre e absorve o que ela quer te oferecer,  as mudanças são boas, são necessárias, não são fáceis  mas um dia, eu vou te ouvir, e você dirá: Hoje, colori novamente, sorri sem me doer.

O que volta, é seu, o que não volta te fez crescer, e ver que as possibilidades do futuro, são tão grandes, e quão bons podem ser os novos sonhos, nunca imaginados talvez, mas hoje, mais que propicio, tamanha confidencia, esse é o teu encontro.

Digo, presente, é vive-lo. Para construir teu futuro, com ou sem variáveis, e não se arrepender depois de perceber que A ou B, eram tempestivas e só o tempo é quem vai dizer.

Primaveras, são estes teus caminhos? ou noites de inverno em meio o passado?






Bruna Lima.


p.s: Teu  pedido.

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